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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

[Momento Revolts] Até onde videogames influenciam crianças e adolescentes?




Com a cada vez maior escassez de tempo para me dedicar como desejaria ao blog, que infelizmente ainda não passa de um mero hobby para mim, o "Momento Revolts", assim como muitos outros quadros, encontram-se em hiato por tempo indeterminado.
Mas um assunto tem chamado muito a atenção essa semana nas mídias, e como ele infelizmente passou a envolver uma parte da cultura nerd que eu sempre fiz questão de expor por aqui, me senti na obrigação de pelo menos publicar algo a respeito.
E assim surgiu a oportunidade de kibar este excelente e sucinto texto do parceiro Marcel, do blog Byte Que Eu Gosto. Espero que gostem e emitam alguma opinião a respeito nos comentários. ;)


Agora que mais um caso foi trazido à tona pela mídia, de novo, novamente, mais uma vez a pergunta sobre até onde videogames podem influenciar uma criança ou adolescente voltou a pauta. Tudo isso porque numa matéria da Globo, foi citado que um menino de 13 anos, que supostamente matou toda sua família e se matou depois tinha um avatar do game Assassin’s Creed no Facebook. A matéria também saiu na Folha de São Paulo.



O que eu acho mais engraçado de tudo, é que o Futebol, por exemplo, COMPROVADAMENTE mata muita gente todo ano. Brigas de torcidas são a maior causa das mortes de pessoas, em sua maioria inocentes que perderam a vida apenas por torcer pra um time de futebol diferente do agressor. Quer motivo mais fútil que esse pra matar alguém? Certamente, a maioria desses assassinos ligados ao futebol utilizam fotos com a camisa do seu time do coração nas redes sociais. Mas ninguém sugere que o futebol deva ser banido do Brasil ou que crianças devam parar de jogar futebol ou assistir aos jogos na TV. Em momento algum se cogita qualquer tipo de represália ou legislação sobre o assunto.

Comprovadamente, o álcool e as drogas podem influenciar diretamente no julgamento de uma pessoa, pois afetam suas propriedades físicas e mentais. Mas com os jogos não é assim que a coisa funciona. Até onde um jogo pode influenciar uma mente? Isso é muito subjetivo, é algo intangível de ser medido. Por mais que um jogo qualquer possa ter influenciado a cabeça do garoto a matar a própria família e se matar depois, não foi SOMENTE isso que acarretou a tragédia. Culpar os jogos é apontar um bode expiatório pra um problema muito maior.

É cansativo escrever e falar sobre a mesma coisa muitas vezes, mas a má fé dos veículos de mídia em busca de culpados ou de audiência faz com que nós, gamers e pais de futuros gamers tenhamos que nos posicionar sobre isso. Eu jogo videogames desde que me entendo por gente e jamais cometi qualquer mal a qualquer outro ser vivo. A ignorância é tamanha, que no próprio jogo Assassin’s Creed o personagem é especialista em armas brancas e o crime ocorreu com arma de fogo.

É muito fácil apontar um único aspecto numa mente já perturbada (o garoto sofria de fibrose cística). Se você fizer um exercício, sem muito esforço, pode perceber que:

- Novelas da Globo transformam meninas em prostitutas e homens em adúlteros que batem em mulher;

- Chaves ensina que não se divide comida, que bullying é algo normal e que a violência resolve qualquer problema;

- Power Rangers ensina que criminosos devem ser mortos e explodidos, sem qualquer chance de reintegração à sociedade;

- Cavaleiros do Zodíaco ensina que os fins justificam os meios;

- Mario Kart ensina que não se deve respeitar as leis do trânsito;

- Super Mario ensina que matar tartarugas é legal.

Viram como é simples falar bobagem e mostrar o lado ruim de maneira precipitada de qualquer coisa? Pois é. Prefiro meu filho jogando videogames do que sendo um jornalista mau caráter trabalhando num veículo escroto.

Vida longa aos games, que a polícia consiga descobrir quem assassinou essa família (porque estão praticamente condenando o garoto sem qualquer tipo de conclusão pericial) e que vocês não se deixem influenciar por qualquer coisa. Seja um game ou um jornal de 5ª categoria.

O NerdPai também falou sobre o assunto, inclusive com uma história de um garoto que salvou a avó porque jogava Mario Kart.

Comente e diga o que você acha sobre o assunto.

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E agora, pra complementar, segue um vídeo do também sumido por aqui, Cauê Moura, que comenta sobre o assunto da sua própria maneira. Vale a pena assistir também! ;)


Meu pai passou a infância jogando tetris e nem por isso se tornou um vândalo
com compulsão por destruir paredes.

XD~

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