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quarta-feira, 20 de julho de 2011

[Game Review] Enslaved: Odyssey to the West




Olá pessoal! Eu (Thiago "Lee" Mendonça) estou de volta com a parceria com o haLIBIDOso para mais alguns game reviews! Para entender meu sistema de crítica e pontuação, CLIQUE AQUI.
Sem mais delongas, vamos ao jogo de hoje:

ENSLAVED: ODYSSEY TO THE WEST
Plataformas: PS3, Xbox 360
Desenvolvidor por: Ninja Theory
Publicado por: Namco Bandai Games
Lançado em: Outubro de 2010

Review por: Thiago Mendonça
Editado por: Vitor Limeira


Enslaved é uma nova franquia dos mesmos desenvolvedores de Heavenly Sword (eles devem ter uma tara por ruivas =P) e conta a história de Trip e Monkey numa Nova Iorque pós-apocalíptica. Após fugirem da nave onde estavam aprisionados, Trip "escraviza" Monkey através de um aparato que é colocado em sua cabeça que tem o poder de causar dores imensas e até matá-lo. Monkey então vê-se obrigado a ajudar Trip a voltar para sua casa.

O personagem Monkey é baseado numa lenda chinesa do Rei Macaco (a mesma em que Goku de Dragon Ball é baseado) de uma clássica novela épica chinesa, chamada "Jornada ao Oeste". A história do jogo, de início, parece ser bem simples, porém misteriosa ao mesmo tempo. Inicialmente, pouco é dito sobre o passado das personagens.


O game possui um estilo de jogo aventura-ação, mesclando partes de escalada com partes de porrada bruta. As partes de escalada são bem padrão, mas funcionam até que bem com o jogo, pois Monkey é uma personagem bastante ágil e forte. Em relação ao combate, Trip pode aprimorar o equipamento e capacidades de batalhas de Monkey com orbs que são coletados no mapa e após derrotar inimigos. O combate tem seu nível de complexidade, com vários golpes que podem ser adquiridos e aprendidos, além de melhoramentos no bastão de Monkey que o conferem habilidades como stun (paralização), entre outras. Resumindo, o sistema de combate é bem satisfatório e variado - o bastão pode ser utilizado para atirar projéteis, arma de combate corpo a corpo, e Monkey ainda possui um escudo bastante útil.

Monkey é um cara bem irritado. Ah! E ele também odeia robôs.
Os inimgos variam entre mechs pequenos (aproximadamente do seu tamanho) e robôs gigantescos. Monkey ainda possui algo que parece uma prancha flutuante, que ele utiliza para locomover-se sobre a água e auxiliar na batalha contra chefes de grandes proporções.

O jogo possui uma apresentação razoável, com telas de loading aceitáveis, mas com poucas opções em geral.

A trilha sonora do jogo às vezes tem pontos altos em que a música realmente ajuda a climatizar o ambiente, mas em geral não causa uma grande impressão, mas também nunca chegando a atrapalhar. Apesar disso, a dublagem das personagens é muito boa, o que é sempre um extra.

O jogo possui gráficos lindos e ambientes muito ricos em detalhes, mas possui um problema recorrente em jogos multiplataforma, ou de empresas que não possuem uma longa reputação em criar jogos para consoles atuais. A falha é que, em muitas cenas, a taxa de framerate cai a níveis perceptíveis e em raras ocasiões a níveis irritantes. Nada que me fizesse arrepender de ter jogado o jogo até o fim, mas, de qualquer maneira, é algo a se notar.
Trip é uma garota complexada. Mas não é nada demais, comparado a suas curvas...
Resumindo, Enslaved é um jogo bastante divertido, com uma história que parece interessante e diferente (para quem está farto de continuações de franquias consagradas), com uma jogabilidade que, apesar de não ser tão complexa como em jogos como Bayonetta e Devil May Cry, possui seus méritos. Belos ambientes ajudam a climatizar esse jogo que te deixa sempre com 'gostinho de quero mais' pelo fato de deixar bem misteriosa a origem das personagens envolvidas até que esteja bem avançado na história (não comentarei nada do final do jogo para evitar spoilers, mas quem quiser discutir sobre o final, manda mensagem privada ;D). Infelizmente, após terminar o jogo uma vez, o fator replay cai praticamente a zero pois há muito pouco incentivo para jogar novamente.

Enfim, é um jogo que falha em certos pontos, mas que no conjunto da obra consegue ser divertido e, apesar de não ser uma obra-prima, merece uma chance.

NOTAS:
Apresentação: 7.5
Gráfico: 8.0
Som: 8.5
Jogabilidade: 8.5
Replay: 7.0
NOTA FINAL: 7.7

Até o próximo review!
Lee out!

o/

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