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RESIDENT EVIL 4 Remake - Melhores Momentos

Eu finalmente joguei esse clássico, mas já foi logo na sua versão remake, e curti mais ainda porque toda a experiência foi feita em live. E ...

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domingo, 13 de novembro de 2011

[Game Review] Uncharted 3: Drake's Deception




E finalmente saiu, em tempo recorde, o review do recém-lançado Uncharted 3! Manda ver aí, Thiago 'Lee' Mendonça! o/

(Para entender o meu sistema de crítica e pontuação, CLIQUE AQUI)

UNCHARTED 3: DRAKE’S DECEPTION

Plataformas: PS3

Desenvolvido por: Naughty Dog

Publicado por: Sony Computer Entertainment

Lançado em: 1 de Novembro de 2011


Review por: Thiago Mendonça

Edição por: Vítor Limeira


Uncharted 3: Drake’s Deception certifica-se de que cada momento do jogo seja único e inesquecível. A partir da fórmula extremamente bem sucedida do seu predecessor, Drake’s Deception refina cada um de seus elementos até o limite da perfeição. Apesar de possuir certas falhas, mantém a qualidade e excelência já reconhecida da série. Na verdade, seu maior defeito é ter sido lançado após Uncharted 2: Among Thieves, que coloca as expectativas o mais alto possível.

O jogo nos leva ao que seria a aventura mais perigosa da vida de Nate. Ele e Sully agora passam por inúmeras localizações, com o objetivo de encontrar a cidade perdida de Ubar, também conhecida como a “Atlântida do Deserto”, e encontrar o tesouro supostamente escondido por Sir Francis Drake, antepassado de Nate. Porém, desta vez nossos heróis enfrentarão perigos mortais a cada minuto, levando-os à beira da morte constantemente. A história de Uncharted 3 convence bastante, da mesma forma que os outros dois jogos, sendo talvez até melhor. Não entrarei muito em detalhes aqui, mas posso afirmar que a narrativa possui uma ótima mistura de ação, drama, comédia e reviravoltas.

"Mas onde diabos eu fui me meter...?"

A jogabilidade que identifica a série está presente, e melhor do que nunca. O combate corpo-a-corpo foi bastante melhorado e é bem mais efetivo, fazendo com que seja uma frequente opção contra inimigos próximos. Os cenários estão, como sempre, bem detalhados e interagem bastante durante a jogabilidade. Por exemplo, em algumas cenas é possível destruir as edificações para acabar com todos os inimigos que estão em cima dela, ao invés de tentar finalizar um a um. As cenas de escalada estão cada vez mais empolgante e arriscadas. Os puzzles são bastante inteligentes, como sempre. Enfim, o jogo é muito parecido com o antecessor, porém mais refinado.

Como mencionei anteriormente neste review, o mais defeito do jogo é ter Uncharted 2 como ponto de referência. Este outro definiu a fórmula do jogo de forma tão espetacular que seria extremamente difícil para este conseguir ultrapassar e ser considerado “melhor”. O fator surpresa não está mais presente. Todos os elementos da série estão de volta, mas poucas são as coisas que vêm adicionar à jogabilidade. Não me entendam mal, Uncharted 3 é fantástico, mas é preciso uma memória muito curta para conseguir esquecer totalmente Uncharted 2 e jogar o 3 com poucas expectativas.

Caso a Naughty Dog venha a lançar um outro jogo da série, vai ter que estar muito inspirada, pois a jogabilidade extremamente linear que é a marca da série, apesar de extremamente divertida, pode vir a tornar-se maçante. Os pontos mais altos do jogo são quando você consegue passar por uma cena de tirar o fôlego sem morrer nenhuma vez, pois os visuais são extremamente impressionantes, os diálogos são inteligentes e excelentemente dublados, tudo é perfeito. Porém quando você começa a morrer frequentemente, principalmente em cenas de fuga, o clímax e empolgação começam a murchar um pouco e o jogo perde um pouco sua mágica, como se a cada morte o diretor levantasse de sua cadeira e gritasse “CORTA! Vamos fazer tudo de novo! Luz, câmera, ação!”.

Mas Uncharted 3 é repleto de pontos altos, alguns talvez os pontos mais altos da série. A cena do navio é espetacular, onde você deve escapar de um naufrágio enquanto hordas de inimigos tentam te eliminar e há água jorrando por todos os lados. Enquanto isso, o navio vira constantemente e você se vê obrigado a mudar seus “eixos”, andando pelas paredes ou pelo teto. Outro ponto alto é a primeira cena de fuga do jogo (que não detalharei para não dar spoilers). O capítulo todo empolga bastante e a cena de fuga realça a trilha sonora, que é possivelmente a melhor da série.

"Esses caras só podem tá achando que isso aqui é o Titanic..."

Agora o que realmente foi extremamente melhorado em Uncharted 3 é o modo multiplayer. Temos agora tanto o modo cooperativo como o competitivo. Se em Uncharted 2 o modo multiplayer já era bastante completo, no 3 ele é ainda mais completo. Quase tudo agora é customizável, como a aparência do personagem e seu símbolo, que identificam cada jogador. Novos itens e habilidades foram adicionados e novas modalidades (o multiplayer tem inúmeras modalidades de jogo que vão muito além dos óbvios como deathmatch e capture the flag). O multiplayer dessa vez vai prender o jogador por horas e horas a fio, explorando os diferentes formatos, comprando itens e habilidades e customizando seus personagens.

Uncharted 3: Drake’s Deception é um ilustre jogo que evolui tecnicamente algo que já chegava ao limite da perfeição técnica. Sua jogabilidade divertidíssima e sua mecânica de jogo formidável continua deixando os fãs de queixo caído. Sua narrativa e seu multiplayer completíssimo demonstram a imensa quantidade de decidação e trabalho que a desenvolvedora colocou neste jogo. Uncharted 3 tem todo o potencial para ser o melhor jogo da série , pois mantém todas as qualidades dos antecessores, porém alguns detalhes como a duração do jogo, que é levemente mais curto que Uncharted 2 (apesar de ainda possuir uma duração boa e bastante aceitável) e a curta aparição de alguns personagens importantes da série, juntamente com a perda do “fator surpresa” por falta de mecânicas novas, fazem o jogo conseguir sobreviver às expectativas, mas não as ultrapassar.

NOTAS:

Apresentação: A Naughty Dog mais uma vez não nos deixa na mão e aparece com mais um jogo deslumbrante, absorvendo tudo que tem dado certo na série. 9.5

Gráfico: Se Uncharted 2 tinha os melhores gráficos de console da atualidade, acabou de perder sua posição para Uncharted 3, que é o jogo mais visualmente bem-feito que já joguei. 10.0

Som: Excelentes efeitos sonoros e dublagem. A trilha sonora está melhor do que nunca, e consegue adaptar-se ao cenário desértico de forma genial. 9.3

Jogabilidade: Aprimora a jogabilidade já excelente de Uncharted 2, aperfeiçoando o combate corpo-a-corpo e adicionando pequenos detalhes que melhoram a experiência. Porém, as mecânicas de jogo quase idênticas (pouca inovação) deixam o jogador com uma sensação de déjà vu. 9.5

Replay: O excelente e completo multiplayer promete deixar Uncharted 3 em seu console por muito tempo, porém o que faz o jogo brilhar mesmo é a campanha que, uma vez iniciada, é impossível deixá-la pela metade. 9.5

É muito difícil dar uma nota menor para Uncharted 3 do que a Uncharted 2, visto que este tecnicamente aprimora tudo que seu precedente fez. Porém, no geral, sinto que Among Thieves é um jogo mais inspirado do que Drake’s Deception. Mas este, com grande certeza merece ser jogado por todos os fãs da série.

NOTA FINAL: 9.3

Lee out!
o/

sábado, 5 de novembro de 2011

[Game Review] Uncharted 2: Among Thieves




Para comemorar o lançamento de Uncharted 3: Drake’s Deception, que aconteceu nesta terça-feira (01/11/2011), eu (Thiago "Lee" Mendonça) estou postando o review de Uncharted 2 e postarei, assim que possível, o review de Uncharted 3 com exclusividade, espero que dentro de uma semana após o lançamento do mesmo (já fiz meu pre-order!). Vejam também meu review de Uncharted: Drake’s Fortune, que postei alguns meses atrás.
(Para entender o meu sistema de crítica e pontuação, CLIQUE AQUI)


UNCHARTED 2: AMONG THIEVES

Plataformas:
PS3

Desenvolvido por:
Naughty Dog


Publicado por:
Sony Computer Entertainment


Lançado em:
Outubro de 2009



Review por: Thiago Mendonça


Edição por: Vítor Limeira



Antes de começar a ler este review, certifique-se de realizar os quatro passos abaixo:


1. Se não tem um PS3, arrume um agora. Pode ser emprestado!
2. Se nunca jogou Uncharted: Drake’s Fortune, consiga uma cópia o quanto antes.
3. Se nunca jogou Uncharted 2: Among Thieves, o que está esperando?
4. Por tudo que é mais sagrado, não jogue-o se sua TV/Monitor não for HD! Não cometa esse pecado!

Bom, após chantagear seu irmão mais novo pra fazer ele arranjar um PS3, os jogos e uma TV HD, você agora pode ler este review enquanto espera. =D


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

[Game Review] Professor Layton and the Curious Village




Mais um review saindo fresquinho do forno, galera! Esse jogo já é meio velhinho, mas eu (Thiago "Lee" Mendonça) joguei-o recentemente e devo dizer que gostei bastante. Então, vamos ao dito cujo!
(Pra entender o meu sistema de crítica e pontuação, CLIQUE AQUI)

PROFESSOR LAYTON AND THE CURIOUS VILLAGE

Plataformas: Nintendo DS

Desenvolvido por: Level-5

Publicado por: Level-5 e Nintendo

Lançado em: Fevereiro de 2008 (EUA)


Review por: Thiago Mendonça
Edição por: Vítor Limeira

Professor Layton é um jogo que mistura elementos de aventura e puzzle, e é voltado para quase todas as idades. Possui um enredo simples mas ao mesmo tempo enigmas que vão dos mais simples aos mais complicados.

O enredo do jogo se passa com Professor Layton e seu aprendiz Luke que vão à vila de St. Mystere para desvendar o mistério da “Maçã Dourada”. Como qualquer bom jogo de detetive, mais mistérios vão aparecendo e a história vai se complicando. A cada pessoa que eles encontram e a cada desafio que aparece pela frente, o jogador é confrontado com um enigma, que pode ser desde um quebra-cabeça até um desafio de lógica. A maioria dos enigmas é bem feito e possui uma maneira lógica de ser resolvida. Além disso, todos os engimas possuem dicas disponíveis.

O jogo é bastante divertido e desafiante. Se eu me senti desafiado em certas partes, imaginem crianças que ainda estão desenvolvendo raciocínio lógico. Às vezes os enigmas pouco têm a ver com a história, mas a ideia principal do jogo mesmo é estimular o cérebro e divertir ao mesmo tempo. E para manter o jogador interessado, a história é repleta de mistérios que são desvendados ao se resolver enigmas-chave.

Além de uma jogabilidade simples porém desafiante, Professor Layton tem uma música-tema e trilha sonora bem trabalhadas, ambientação e character design bem peculiares, com personagens bem caricatos, mas que se encaixam bem na trama. Quanto aos gráficos, o jogo mistura cenas e conversas estásticas com cenas de animação para as partes mais importantes.

Em resumo, Professor Layton and the Curious Village é um jogo peculiar que realiza, e muito bem, seu propósito. Com bons quebra-cabeças e desafios lógicos e uma trama que, apesar de um pouco infantil, consegue manter o mistério até o final, Professor Layton é um jogo imperdível para donos de Nintendo DS que estão a fim de gastar pelo menos umas 10 horas em um jogo construtivo e divertido.

NOTAS:
Apresentação: 9.0
Gráfico: 8.0
Som: 8.5
Jogabilidade: 8.0
Replay: 9.5
NOTA FINAL: 8.7

Lee out!

o/

sábado, 20 de agosto de 2011

[Game Review] Uncharted: Drake's Fortune





Antes tarde do que nunca, eu (Thiago "Lee" Mendonça) estou de volta com mais um review, dessa vez de um jogo exclusivo para PS3.
(Para entender o meu sistema de crítica e pontuação, CLIQUE AQUI)

UNCHARTED: DRAKE'S FORTUNE
Plataformas: PS3
Desenvolvido por: Naughty Dog
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Lançado em: Novembro de 2007

Review por: Thiago Mendonça

Edição por: Vítor Limeira


Lançado no início da vida do Playstation 3, Uncharted segue o gênero action-adventure em 3ª pessoa, com raízes em franquias como Tomb Raider e Indiana Jones, não apenas pelo estilo de jogo que varia entre plataforma e tiro, como também pela temática de exploração, caça a tesouro, arqueologia e mistério.
Nathan “Nate” Drake é um explorador e arqueólogo que está em busca de segredos de seu antepassado Sir Francis Drake, e junto com seu companheiro Victor “Sully” Sullivan e a jornalista Elena Fisher, acaba descobrindo mistérios que vão além de sua imaginação. Os três vão então em busca do tesouro perdido de El Dorado, descrito em documentos perdidos de Sir Francis Drake. Porém, alguns mercenários aos quais Sully deve uma grande quantia em dinheiro vão atrás do grupo em busca também da grande fortuna.
Como um dos primeiros jogos disponíveis para PS3, os desenvolvedores ainda não tinham experiência suficiente para utilizar 100% da capacidade gráfica do sistema. Os gráficos são bons apesar disso. As boas expressões faciais ajudam a deixar as personagens mais verossímeis.
Quem disse que arqueólogos não sabem bater...
Falando em personagens, este é um ponto chave para o sucesso do jogo. Todos eles têm um caráter forte, e os desenvolvedores conseguem passar isso com excelência para o produto final. Você, como jogador, realmente se coloca no lugar das personagens durante o enredo. Desde o passado e relacionamentos deles até as ações e falas no jogo, além da história em si, todos esses elementos são muito bem integrados, formando uma experiência bastante satisfatória e verossímil.
A jogabilidade também não fica pra trás e é um dos fatores de maior força no jogo (como não poderia deixar de ser). Trocando entre cenas de tiro, combate corpo-a-corpo, plataforma e escalada, Uncharted possui uma fluidez muito boa entre essas características diferentes. Uma única queixa que eu tenho é que em certos pontos do jogo, mercenários simplesmente aparecem do nada e a impressão que fica é que em alguns pontos do jogo, alguns inimigos foram inseridos só para “encher linguiça”.
Um dos pontos fortes do jogo, que a propósito é algo muito difícil de se realizar com sucesso num jogo, é a sensação de estar jogando um filme. Não pelo fato de possuir muitas cutscenes, mas pelo fato de que as cenas de ação são empolgantes e o clima de aventura te deixa sempre com vontade de continuar. Dificilmente você vai iniciar o jogo e deixar ele de lado por muito tempo antes de terminar. Além disso, a trilha sonora à la Indiana Jones te deixa sempre no clima de exploração e mistério.
... e escalar?
Isso também nos leva a mais um ponto forte, que é o nível de dificuldade do jogo. Apesar de não ser um jogo difícil, ele não é daqueles jogos que te diz tudo na sua cara. Quando é necessário interagir com um objeto, ele não fica brilhando obviamente na tela (como acontece em boa parte dos jogos atuais). Caso você esteja preso por muito tempo em uma certa parte do jogo, ele te dá a opção de ter uma dica.
Uncharted: Drake’s Fortune é um jogo “humilde”, que opta por ser simples, porém bem trabalhado tanto no quesito de enredo e personagens quanto no quesito jogabilidade. É um jogo bastante agradável e que vai te envolvendo com o passar do tempo até o final surpreendente, onde o jogo chega a seu ápice. É um jogo quase que obrigatório para donos de PS3, não só por ser um belo e divertido jogo, mas também por ser o predecessor de uma obra-prima da indústria moderna de video-games que é Uncharted 2: Among Thieves. Porém, falarei mais sobre esse jogo em um futuro review.
NOTAS:
Apresentação: 8.5
Gráfico: 8.0
Som: 8.0
Jogabilidade: 9.0
Replay: 8.5
NOTA FINAL: 8.5

Até o próximo review! 
Lee out!

o/

quarta-feira, 20 de julho de 2011

[Game Review] Enslaved: Odyssey to the West




Olá pessoal! Eu (Thiago "Lee" Mendonça) estou de volta com a parceria com o haLIBIDOso para mais alguns game reviews! Para entender meu sistema de crítica e pontuação, CLIQUE AQUI.
Sem mais delongas, vamos ao jogo de hoje:

ENSLAVED: ODYSSEY TO THE WEST
Plataformas: PS3, Xbox 360
Desenvolvidor por: Ninja Theory
Publicado por: Namco Bandai Games
Lançado em: Outubro de 2010

Review por: Thiago Mendonça
Editado por: Vitor Limeira


Enslaved é uma nova franquia dos mesmos desenvolvedores de Heavenly Sword (eles devem ter uma tara por ruivas =P) e conta a história de Trip e Monkey numa Nova Iorque pós-apocalíptica. Após fugirem da nave onde estavam aprisionados, Trip "escraviza" Monkey através de um aparato que é colocado em sua cabeça que tem o poder de causar dores imensas e até matá-lo. Monkey então vê-se obrigado a ajudar Trip a voltar para sua casa.

O personagem Monkey é baseado numa lenda chinesa do Rei Macaco (a mesma em que Goku de Dragon Ball é baseado) de uma clássica novela épica chinesa, chamada "Jornada ao Oeste". A história do jogo, de início, parece ser bem simples, porém misteriosa ao mesmo tempo. Inicialmente, pouco é dito sobre o passado das personagens.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

[Top 10] Melhores Jogos de 2010 - 1º Lugar




Para entender, clique aqui.

Até que enfim! Um dia após a medalha de prata, emendamos o final de semana com a tão esperada medalha de ouro! Queria agradecer à galera que anda comentando no blog e também no Google Buzz, e que têm curtido esses reviews, principalmente ao Vítor LeGoLaS - que esteve na minha cidade recentemente, e eu não estava lá! =P ("Fez muita falta, com absoluta certeza! E quando fui na Tchê e passei em frente a sua casa então..." ^^).

Lembrando que nesse Top 10 constam apenas jogos que eu joguei, então não posso criticar os jogos que não tive o prazer de jogar. Títulos como Mass Effect 2, Halo: Reach, Fable III, Super Mario Galaxy 2 e Fallout: New Vegas poderiam estar facilmente figurar nesta lista, mas (muito) infelizmente, não tenho tempo e dinheiro para jogar todos eles. ^^'

Sem mais delongas, vamos ao tão aguardado primeiro lugar do meu Top 10 Jogos de 2010, mesmo que já estejamos em 2011... =P

1º - GOD OF WAR III
Plataformas: PS3
Desenvolvido por: Santa Monica Studio
Publicado por: Sony Computer Entertainment

Review por: Thiago Mendonça.
Edição por: Vítor Limeira.



God of War foi um jogo que veio como uma surpresa no PS2, aparecendo já como um clássico instantâneo, misturando mitologia grega (tema que sempre dá certo), brutalidade e um estilo de jogo simplesmente frenético e viciante. O segundo jogo da série apareceu já no final da carreira hegemônica do PS2, levando a franquia ao sucesso de vendas e críticas. God of War II era maior, melhor e mais brutal que o primeiro jogo. E God of War III (GoW3) veio para colocar um fim na vingança de Kratos (um amor de pessoa) contra o Olimpo, trazendo o que a série tem de melhor para a potência gráfica do PS3.


God of War III começa de forma épica, exatamente onde seu antecessor parou (não vou dar detalhes para não entrar em spoilers). Kratos prepara-se para a reta final em sua vingança contra os deuses, e ele veio para "mascar chiclete e chutar bundas". Mas infelizmente naquela época não existiam chicletes...

A história do jogo segue a mesma linha dos outros: Kratos deve enfrentar vários desafios para conseguir itens e armas para sua coleção, enquanto encontra figuras lendárias da mitologia grega. Só que dessa vez ele está puto da vida! O nível de brutalidade em GoW3 se aproxima do "nível Chuck Norris"! Os fãs da série que curtem as cenas em que ele arranca o olho de um ciclope ou a cabeça de uma medusa vão se deleitar com GoW3. Apesar da série não possuir uma história primorosa e profunda, neste jogo vemos dois lados de Kratos, desde o brutamontes total até o lado sensível dele (Kratos tem sentimentos também), durante várias cenas ao final do jogo.

"Minhas lâminas em brasa estão no ponto para seus peixinhos!"
A jogabilidade (ah, a jogabilidade...) é o elemento principal que alavancou GoW ao sucesso. Simples, porém divertida, a fórmula de "apertar e esmagar os botões até que todo mundo esteja morto" continua funcionando lindamente, com várias armas e itens disponíveis para uso e upgrade. Quem já jogou os outros títulos da série sabe do que estou falando. Alguns melhoramentos aqui e ali, mas a base continua a mesma. Talvez um detalhe que poderia ser modificado é que existem alguns golpes que são muito eficientes, fazendo com que o jogador use apenas esses e acabe esquecendo da grande variedade de ataques que ele tem disponível, mas isso depende bastante de cada jogador.

Talvez a parte que chama mais atenção no jogo são os gráficos. Facilmente os melhores gráficos em um jogo de console atualmente. O jogo é espetacular, e as cutscenes são de cair o queixo. A batalha inicial contra Poseidon é talvez uma das sequências mais magníficas de ação de todos os tempos nos games. Praticamente não há queda drástica de framerate e o jogo roda a 720p. GoW3 chegou pra mostrar que pode fazer melhor graficamente do que o Xbox 360. (Engole essa, Bill Gates! XD~)

A trilha sonora de GoW3 é simplesmente fenomenal. Utilizando as músicas já conhecidas dos jogos anteriores, porém com novos arranjos, o jogo tem uma das mais empolgantes trilhas sonoras do ano, ao lado de outros grandes sucessos, como Red Dead Redemption.

God of War 3 é um jogo fenomenal, que, apesar de não inovar muito além dos gráficos impressionantes, refina ao máximo o que já possuía de melhor, e entrega aos seus fãs o que seria o capítulo definitivo da saga do espartano mais bad-ass de todos os tempos (ao lado de Leônidas, é claro). E é por isso que logicamente merece o primeiro lugar em nosso pódio!

"Se prepare, Afrodite. Vou descarregar toda a minha raiva de Zeus em você!"
"MY VENGEANCE ENDS NOW!"

Apresentação - O jogo inicia e termina de maneira épica, e é cheio de itens colecionáveis e opções extras para aqueles que terminam o jogo pela primeira vez. Os cenários impressionam e graficamente o jogo não te deixa na mão hora nenhuma. (10.0)

Gráfico - Melhor gráfico em console até então. Desde os personagens mais "humanos", como o próprio Kratos, até os titãs, todos estão incrivelmente detalhados e bem-feitos. (10.0) [Se pudesse, seria 11.0]

Som - Épica trilha sonora, dá vida ao cenário da Grécia Antiga de forma fabulosa. (10.0)

Jogabilidade - A jogabilidade clássica de apertar botões para matar os inimigos está de volta tão divertida quanto nunca. Talvez um pouco de originalidade pudesse criar uma experiência melhor, mas os desenvolvedores preferiram seguir a premissa de que "em time que está ganhando não se mexe", e continuaram com a fórmula que já obtivera sucesso. (9.5)

Replay - GoW3 é um jogo dinâmico e divertidíssimo. Possui muitas opções além da campanha normal, principalmente para quem zera o jogo pela primeira vez e quiser testar suas habilidades. (9.5)

NOTA FINAL - GoW3 fecha em grande estilo a aclamada trilogia de forma épica, pecando em poucos pontos e com uma apresentação visual simplesmente impressionante! Merece uma NOTA 9.8!

Então é isso aí, esse é o final do Top 10! Valeu mesmo galera! Mandem suas sugestões, críticas, baboseiras,  etc. e não deixem de visitar o haLIBIDOso! Aqui eu me despeço e espero, quem sabe, continuar a parceria com o Vítor em algo futuro. Espero que tenham gostado! o/
E-mail para contato: thiagolee@gmail.com

Os reviews ficaram ótimos, Thiago! Foi um enorme prazer disponibilizar meu humilde espaço aqui no blog para divulgar seu dedicado trabalho. Espero que tenha correspondido, e também torço para que venham outras parcerias, num futuro próximo ou distante, quem sabe...
Pode contar comigo, fera! ;)
o/

sábado, 5 de fevereiro de 2011

[Top 10] Melhores Jogos de 2010 - 2º Lugar




Para entender, clique aqui.

Primeiramente, eu (Thiago) queria pedir desculpas pela gigantesca demora (de um mês e meio) para lançar o próximo review. Meu calendário acadêmico é totalmente diferente das universidades brasileiras e não tive férias no final do ano, sendo que terminei minha época de provas e entrega de projetos esta semana. 
Recado dado, vamos à medalha de prata do nosso Top 10 (espero que vocês não tenham desistido de mim =P).

2º - STARCRAFT II - WINGS OF LIBERTY
Plataformas: PC e Mac
Desenvolvido e Publicado por: Blizzard Entertainment

Review por: Thiago Mendonça.
Edição por: Vítor Limeira.

Depois de mais de uma década de espera, os Terrans, Zergs e Protoss voltam para a tão esperada continuação de Starcraft. Jogo de estratégia em tempo real da Blizzard, aclamado tanto pela campanha singleplayer quanto pela multiplayer (principalmente), volta em grande estilo e com uma jogabilidade sólida e polida.

Em Stacraft II: Wings of Liberty (SC2), você controla os Terrans com a missão de tentar derrubar o imperador Mengsk e, ao mesmo tempo, evitar a investida Zerg. Jim Raynor conta com a ajuda dos velhos amigos Tychus Findlay e Matt Horner (entre outros) a bordo da nave Hyperion.

A jogabilidade clássica está de volta, porém com muitos upgrades. A IA (Inteligência Artificial) está bastante melhorada, e os controles e gestão de recursos fluem melhor que no jogo antecessor. Na campanha, sua unidades evoluem de acordo com os upgrades que você adquire no decorrer das missões. Além de comprar novas unidades e realizar melhoramentos, você pode também contratar mercenários que te ajudam no meio da missão, chegando rapidamente ao campo de batalha. Em adição a isso, é possível coletar (a depender da missão) pontos de pesquisa Zerg e/ou Protoss, que te dão acesso a novas unidades, construções e habilidades. Ou seja, a campanha é altamente customizável e recompensadora. As missões são muito bem projetadas e muitas delas são especialmente desafiantes.

Tá olhando o quê? Minha armadura tem um sistema de ventilação integrado! Babaca...
O multiplayer, apesar do ceticismo inicial devido à não-inclusão da opção de LAN, prospera devido à Battle.net que está ótima, juntando os jogadores de SC2 e World of Warcraft. Infelizmente, algumas medidas de DRM (Digital Rights Management) podem atrapalhar a diversão, apesar de serem bem mais leves do que as DRM da Ubisoft (ver Assassin's Creed II). Como consolo (e que consolo!) temos o fato de que SC2 foi lançado no Brasil a um preço bastante acessível. Ainda sobre o multiplayer, fica muito fácil jogar com alguém do seu nível devido ao sistema de criação de partidas automático, de acordo com o nível dos jogadores. Porém, o principal do jogo, que é a experiência de jogar o multiplayer com os amigos, continua imbativelmente divertida.

Os gráficos do jogo estão bastante detalhados, desde efeitos mínimos de batalha, como explosões e construções demolindo, até as texturas dos personagens, não deixando nada a desejar. A trilha sonora também está muito boa. A bordo da Hyperion você pode escolher na sua jukebox dentre uma seleção de músicas que vão do blues ao country rock.

Enfim, Starcraft II possui diversos recursos para manter o jogador entretido, desde a excelente e épica campanha até o viciante multiplayer, com constantes atualizações. Com poucos defeitos, SC2 consegue agradar até os fãs mais exigentes e jogadores profissionais, mantendo o "nível Blizzard de qualidade". Então, que venham os próximos capítulos de Starcraft!

Clique aqui se você curte o jogo!
"ARMADO E PRONTO!"

Apresentação - O jogo peca em muito pouco e, apesar de não ter a opção de LAN, possui muitas opções de customização, até para PC's mais lentos. A Battle.net está muito bem projetada, permitindo a interação entre jogadores todo o tempo. (9.5)

Gráfico - Não há muito o que dizer dos gráficos. Muito bem detalhados e acessível até para PC's com placas de vídeo mais precárias. Na opção Ultra percebe-se a qualidade real do jogo. Lindas cutscenes completam o trabalho. (9.5)

Som - A trilha sonora não é apenas uma adição ao jogo, ela tem personalidade e ajuda a criar o ambiente do mesmo. (9.0)

Jogabilidade - A jogabilidade que fez StarCraft I aclamado está de volta, porém bastante melhorada. Sem reclamações! (10.0)

Replay - Multiplayer viciante, campanha desafiadora. Você com certeza vai querer deixar SC2 instalado em sua máquina por muuuuito tempo. (10.0)

NOTA FINAL - Starcraft II consegue deixar mais épica ainda a franquia que pode ser uma das mais aclamadas da história dos videogames. NOTA 9.6!

Voltaremos em breve com a medalha de ouro! E depois do primeiro lugar gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre cada review e cada jogo que figurou por aqui. Então, ATÉ LÁ! 

o/

sábado, 18 de dezembro de 2010

[Top 10] Melhores Jogos de 2010 - 3º Lugar




Para entender, clique aqui.

Finalmente chegamos à medalha de bronze, e em grande estilo, com um jogo que inovou e revolucionou o modo de jogarmos vídeo-game. O jogo tem lá suas falhas, mas merece esta posição na lista. Confiram abaixo porque. ;)

3º - HEAVY RAIN
Plataformas: PS3
Desenvolvido por: Quantic Dream
Publicado por: Sonic Computer Entertainment



Review por: Thiago Mendonça.
Edição por: Vítor Limeira.

Estejam avisados: Heavy Rain é um daqueles jogos que começa devagar. Você começa o jogo com ações rotineiras, sem muito avanço na história, apenas sendo introduzido aos personagens, e de repente... *BANG!* Uma reviravolta atrás da outra, cenas de ação e suspense de tirar o fôlego, que te prendem ao jogo. E quando você se dá conta, está jogando horas a fio!

A Quantic Dream já tem um histórico de criar jogos fortemente baseados em sua narrativa, com uma jogabilidade diferente (ver Indigo Prophecy - Fahrenheit na versão européia - para PS2, Xbox e PC), mas atinge o nível de excelência com o impressionante Heavy Rain. Bom saber que no meio de jogos "mais-do-mesmo" e continuações de séries de sucesso, existe gente por aí inovando o mercado de games.

Heavy Rain coloca você no papel de quatro personagens diferentes, inicialmente desconexos, mas que a narrativa trata de conectá-los ao longo do jogo. São eles:

> Ethan Mars - Arquiteto e pai de família, é o primeiro personagem que você controla. Após eventos que não vou revelar para evitar spoilers, Ethan acaba tornando-se uma pessoa depressiva.;

"Um padawan de você eu farei..."
> Madison Paige - Fotojornalista que vive só e sofre de insônia crônica. Habitualmente sai pela noite à procura de motéis/pousadas, único local onde consegue dormir tranquilamente;

> Norman Jayden - Detetive do FBI que possui, entre seus equipamentos, um óculos e uma luva que lhes dão a sensação de realidade aumentada e ajudam nas investigações forenses, denominadas IRA (Interface de Realidade Adicionada). Ele também luta contra o vício pela droga triptocaína;

> Scott Shelby - Policial aposentado que sofre de ataques de asma. Trabalha atualmente como detetive particular.

A história é básica: Existe um assassino à solta, conhecido como "Assassino do Origami", que sequestra crianças e utiliza períodos de grande precipitação pluvial para afogá-las. Cada personagem vai se encaixando na história durante a trama. Ethan tenta impedir que seu filho seja a próxima vítima; Madison investiga o caso sob a ótica jornalística; Norman faz o mesmo, mas a mando do FBI; e Scott é contratado por um familiar de uma das vítimas.

Não sei que bicho é. Só sei que tá com a pata machucada...
A jogabilidade é bem simples, baseada em quick-time events (eventos de ação rápida), onde você deve realizar o movimento descrito na tela durante um curto espaço de tempo, sendo que às vezes existem várias opções, e dependendo da sua escolha, a história toma um novo rumo. No início do jogo, a jogabilidade pode acabar sendo chata, pois você controla os personagens nas mais simples tarefas, como por exemplo lavar a louça, e isso pode se tornar um pouco maçante. Mas à medida que o jogo avança, durante cenas tensas de ação, conseguir realizar as ações adequadas no tempo esperado é bastante desafiador - a não ser que você escolha jogar no modo fácil (Escolha o modo difícil! Vá por mim. ;D).

Essas escolhas que lhe são oferecidas durante as ações lhe mantém com a mente fixa no jogo, pois qualquer distração pode ser fatal, já que as escolhas influenciam (e como!) o final do jogo. Cada ação que você toma, até mesmo algumas que parecem mínimas e insignificantes, podem mudar totalmente o final da história. E sim, o jogo tem múltiplos finais, ou seja, se você fizer as escolhas erradas, pode acabar não descobrindo a identidade do Assassino do Origami. Lembrando também que, se os personagens morrerem durante a trama, eles ficam mortos! Não há continue e nem vidas extras. Tudo acontece em tempo real. Por exemplo, se você perder a chance de dar um tiro certeiro e um suspeito fugir, a única maneira de voltar atrás é desligando o seu console e carregando o último save point.

Falando nisso, queria abrir umas aspas aqui e compartilhar uma situação que me aconteceu enquanto jogava pela primeira vez o jogo. Estava eu em casa, à noite, sozinho, com o volume no máximo, à uma distância do monitor menor do que a recomendada. Há uma cena em que você, com certo personagem, está atrás de um suspeito. O personagem está bastante nervoso desde o início, deixando-me também num estado de inquietação.
"Perdeu, playboy! É o redondo ou sua vida! E aí, meu? E AÍ?"
A cena vai ficando cada vez mais pesada, suas respostas às ações têm que ser cada vez mais rápidas. Há uma hora em que uma arma é apontada para você e o personagem entra em pânico e aponta a arma de volta. A situação é tensa, as pessoas envolvidas ficam nervosas e começam a discutir e gritar, a tela começa a tremer, o controle começa a vibrar, a tensão de puxar ou não o gatilho é enorme, até que algo acontece e o jogo te pede uma resposta rápida. Na tensão do momento, acabei apertando o primeiro botão que me veio à cabeça. Como não fazia idéia do que havia acabado de fazer, a reação no jogo me pegou de surpresa e larguei o controle no chão de susto. Quando noto, estou suando frio e com as mãos tremendo, e então percebo que fiz besteira no jogo. Foi a maior sensação de imersão em ficção que já senti em minha vida, e isso vale tanto para um jogo quanto um filme! Eu sentia o que o personagem sentia, pensava como ele, e agi por impulso, como provavelmente faria se aquela situação ocorresse na vida real.

Bom, voltando ao que interessa, posso dizer que a história de Heavy Rain vai agradar imensamente aos fãs de histórias policiais, suspense, e drama ao estilo noir. A verdade é que há sim, algumas pequenas incoerências na história, e pelo menos uma grande incoerência. Todas elas me passaram batido pela primeira vez que joguei, tão introduzido eu estava no jogo. Mas ao discutir com outras pessoas, acabei concordando que algumas cenas são meio "forçadas". Minha sugestão? Esqueça isso e curta a intrigante história do jogo, e tente usufruir o máximo dele.

Mudando agora para os aspectos técnicos, Heavy Rain só fica melhor. Gráficos fabulosos que facilmente estão entre os melhores do PS3. Um excelente trabalho de transporte de expressões faciais de atores reais para o jogo enriqueceu ainda mais a experiência do jogador. Uma lindíssima trilha sonora completa a experiência com melodias muito bem executadas.

Heavy Rain é um jogo que você não pode deixar de jogar, se tiver a chance! Ainda que com suas falhas, tenta (e consegue!) inovar o gênero, criando uma experiência extremamente imersiva e graficamente impressionante!

É como naquele velho ditado: "Quem dança, seus males espanta"... (?)

VAMOS ÀS NOTAS!

Apresentação - O jogo consegue inserir o jogador na história de uma forma jamais vista antes. Os personagens te guiam durante a trama de forma espetacular. Uma coisa que não dá pra esquecer é o origami que vem junto com a caixa do jogo, com instruções de como dobrá-lo, para você deixar do lado da TV sempre que for jogar. =D (10.0)

Gráfico - Gráficos lindíssimos completam a experiência, ficando atrás de pouquíssimos jogos no PS3. (9.5)

Som - Trilha sonora espetacular e dublagem do jogo em várias línguas (inclusive português!) só vêm somar ao produto final. (9.0)

Jogabilidade - Pode parecer extremamente simples e chata, já que não envolve nenhuma combinação complicada de botões, mas é ela quem vai te prender nas horas mais tensas do jogo. (8.5)

Replay - O que dizer do fator replay de Heavy Rain... Você não vai pegar mais de uma vez no jogo, porque vai terminá-lo de uma só vez! (caso tenha o tempo pra tal, é claro ^^'). A segunda vez que você jogá-lo será para iniciar seu segundo playthrough (para tentar fazer outro final, por exemplo). (10.0)

NOTA FINAL - Heavy Rain consegue criar uma das experiências mais imersivas quando se trata de vídeo-game. Ou você ama Heavy Rain de coração, ou você o odeia com todas as suas forças. O primeiro caso se refere a mim. ;) NOTA 9.5!

Espero que tenham gostado do review, pois esse é um jogo pelo qual tenho bastante carinho. Finalmente tive tempo para terminá-lo, então vejo vocês no segundo lugar! Espero que o mais breve possível... ^^'

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

[Top 10] Edição especial!




Olá, pessoal! Devido a uma falta de tempo (festas natalinas chegando, muitos trabalhos para entregar antes de viajar para o Natal, etc.), ainda não terminei meu review do terceiro lugar, um jogo pelo qual tenho bastante carinho, e por isso quero fazê-lo com calma. Portanto, hoje farei uma edição especial, mais light, para não deixar vocês tanto tempo na mão! E o tema de hoje é:

JOGOS DE 2010 QUE JOGUEI, MAS QUE NÃO ENTRARAM NO MEU TOP 10!
Por Thiago Mendonça.
Edição by Vítor Limeira.
Então... vamos a eles!
(Optei pela ordem alfabética, pra facilitar a leitura e evitar conflitos. ;P)

- Alpha Protocol (PS3, Xbox 360 e PC)


Esse jogo me surpreendeu. Não esperava muito dele, mas acabei me divertindo bastante! É uma mistura de espionagem tática e RPG. Você tem vários estilos de jogar, como stealth, atirador de elite, mestre em artes marciais, entre outros, e sua jogabilidade durante o jogo varia, a depender dos pontos de experiência que você gasta em cada habilidade. Apesar das notas baixas dadas pela crítica, se você tiver a oportunidade de pegar o jogo emprestado ou algo do tipo, recomendo dar uma chance a ele.


- Blur (PS3, Xbox 360 e PC)


Raramente curto jogos de corrida, mas esse até que conquistou! Pelo simples fato de não ser apenas mais um jogo comum de corrida, já que ele possui outros atrativos, como power-ups que você encontra no meio da pista e usa-os para atacar e se defender dos adversários. Recomendado para jogar em multiplayer! A não ser que você tenha Gran Turismo 5 em mãos...




- Castlevania: Lords of Shadow (PS3 e Xbox 360)


Um jogo com um visual lindíssimo e uma pitada de God of War + Shadow of the Colossus não poderia dar errado! Principalmente com Hideo Kojima como conselheiro da Konami para esse jogo. Apesar de não ter muita relação com os outros Castlevania's, entraria facilmente na minha lista, mas não joguei ele o suficiente para fazer um review apropriado. Mas recomendo!





- Final Fantasy XIII (PS3 e Xbox 360)

Esse jogo é bastante controverso. Não pretendo incitar discussões, então vou apenas expor minhas impressões. O jogo é visualmente perfeito, assim como os jogos da franquia costumam ser, e a trilha sonora também agrada. A história não é das melhores da série, mas até que não atrapalha. O sistema de batalha só tem uma falha: você só pode controlar o personagem principal. O resto do grupo é "automático", de forma que você só controla o estilo de batalha do protagonista. Mas fora isso é bastante legal. O maior defeito do jogo é ser totalmente linear durante as primeiras muitas horas de partida, o que me fizeram perder o interesse depois de algum tempo. Talvez eu volte a jogá-lo, algum dia. Com certeza não esse ano. Recomendado apenas para fãs estritos da franquia.

- Scott Pilgrim vs. The World (PSN)


Jogo beat-em-up (estilo Final Fight e Streets of Rage) com visual 16-bit, baseado nos quadrinhos de Scott Pilgrim. Diversão ilimitada em multiplayer, ao estilo retrô, mas sem perder a qualidade. É uma boa pedida para comprar pela Playstation Network e jogar com os amigos! Sozinho também é divertido, mas todo mundo sabe que 4 pessoas no sofá jogando o mesmo jogo é infinitamente melhor!




- Sonic 4: Episode I (iOS, Wiiware, XBox Live Arcade, PSN)


A tão esperada continuação da série principal do nosso porco-espinho favorito chegou! O jogo volta às suas raízes e nos traz a velha jogabilidade que consagrou Sonic, mas com algumas modificações bem-vindas. Apesar de curto, o jogo consegue entreter os fãs e trazer aquela sensação de nostalgia, com a diferença de agora possuir gráficos mais bonitos e em alta-definição!

- Spiderman: Shattered Dimensions (PS3 e Xbox 360)


Jogo bastante divertido, personagens mais divertidos ainda (uma grande variedade de inimigos do Aranha aparecem nesta versão) fazem desse jogo uma ótima pedida! Se você perdoar algumas falhas na jogabilidade e simplesmente quiser aproveitar a pancadaria e os power-ups do nosso amigo azul e vermelho em suas quatro versões (AmazingUltimateNoir e 2099), este jogo pode lhe garantir horas e horas de diversão!




- World of Warcraft: Cataclysm (PC e Mac)


Outro jogo que entraria facilmente na minha lista! Porém, quando comecei a fazê-la o jogo ainda não havia sido lançado. Mas pelo que já joguei esta semana posso dizer que é, talvez, a melhor expansão de WoW. Com centenas de novas quests, raças e combinações de classes, além de um mundo totalmente redesenhado, é extremamente recomendado para quem curte o estilo MMORPG!



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Esses jogos foram só alguns que consegui lembrar... Espero que tenham gostado. =)

Talvez eu até faça uma nova edição especial, do tipo "Jogos que não joguei, mas que poderiam estar neste Top 10". Tudo vai depender do meu tempo. So... See ya!

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

[Top 10] Melhores Jogos de 2010 - 4º Lugar




Para entender, clique aqui.

Voltamos com a quarta posição deste "Top 10"! O jogo em questão na verdade foi lançado no finalzinho de 2009, no Japão, mas a versão americana só foi lançada em janeiro deste ano. Portanto, tomei a liberdade de inserir este jogo no Top 10 deste ano! =P

4º - BAYONETTA
Plataformas: PS3 e Xbox 360
Desenvolvido por: Platinum Games
Portado para o PS3 por: Nex Entertainment
Publicado por: Sega

Review por: Thiago Mendonça.
Edição por: Vítor Limeira.

Esqueçam tudo que sabem sobre mulheres protagonistas de jogos de vídeo-game! Lara Croft, Jill Valentine, Zoey, Chun-Li, Samus, e tantas outras agora são passado, pois Bayonetta chegou para mudar seus conceitos de game-heroin, levando a sensualidade a um nível totalmente diferente, mas sem tornar-se vulgar.

Concebido por Hideki Kamiya, mesmo criador de Devil May Cry, Bayonetta nos conta a história da protagonista homônima, uma bruxa que perdeu parte da memória e que, com a ajuda de Enzo, um informante desastrado, e Rodin, dono de um bar mal-frequentado chamado Gates of Hell, está à procura de um artefato denominado "Right Eye" (O Olho Direito), na esperança de que possa ajudar-lhe a recuperar sua memória. Bayonetta é integrante de um grupo chamado "Umbra Witches", inimigos mortais dos "Lumen Sages", anjos os quais você deve enfrentar durante o jogo. Durante sua jornada, Bayonetta é confrontada diversas vezes com Jeanne, outra integrante dos "Umbra Witches". Apesar da história inicialmente parecer clichê, na prática é bastante rica e complexa.

O que dizer do visual do jogo? Simples: Bayonetta tem um dos melhores character designs de todos os tempos! Começando pela própria Bayonetta, que agrada desde os marmanjões até as garotas (minha namorada que me convenceu a comprar o jogo =D), e incluindo os inimigos. Todos os tipos de anjos que você enfrenta são riquíssimos em detalhes, e os cenários são fabulosos. Até mesmo os golpes de Bayonetta possuem personalidade, como o seu finisher, que nada mais é do que seu próprio cabelo (e só pra constar, também é a sua roupa! õ.O') que se transforma num tipo de dragão das trevas e engole o inimigo. Este golpe é utilizado apenas contra os chefes finais das fases, normalmente imensos, sendo um dos pontos fortes do jogo.

Já ouviu falar em cabeleireiro, querida?
Os gráficos são muito bons, complementando o visual do jogo. O único porém é que infelizmente a Nex não fez uma bom port do jogo para o PS3, e o desempenho no Xbox 360 é ligeiramente melhor. Mas nada que faça você desistir do jogo. Outro grande problema, mas que já foi sanado com um patch, é que não havia possibilidade de instalar o jogo no HD na versão para PS3, fazendo com que os tempos de loading ficassem inaceitáveis, até mesmo ao apertar Start.

A trilha sonora é simplesmente perfeita. Todas as músicas, desde a versão remixada de "Fly Me To The Moon" até o tema principal do jogo se encaixam lindamente. As vozes são excelentes e tudo se ajusta perfeitamente ao clima do jogo.

Apesar de eu já ter falado bem demais do jogo, ainda não cheguei ao ponto principal. A jogabilidade! Essa se assemelha bastante a Devil May Cry, orientada a combos. Porém, a vastidão de combos, armas, poderes e magias que Bayonetta possui é simplesmente imensa. Bayonetta usa tanto ataques corpo-a-corpo quanto à distância. Suas armas básicas são quatro pistolas que ela usa ao mesmo tempo (!), duas nas mãos e duas nas pernas. Entre as possíveis armas de Bayonetta estão pistolas, katana (espada samurai), chicote, manoplas e (babem) uma serra elétrica, os quais ela pode trocar e combinar a qualquer hora. Além disso, Bayonetta possui um grande número de movementos especiais, como os Torture Attacks, em que Bayonetta convoca instrumentos de tortura e acaba com seus inimigos; transformação em animais, como pantera, morcego e coruja; além do "Witch Time", que é ativado após uma esquiva perfeita, fazendo o tempo desacelerar.  Bayonetta também pode criar itens para se curar e/ou ficar mais forte por uma certa quantidade de tempo.

Com a combinação de um ótimo enredo, um trabalho de design beirando o limite da perfeição, excelentes gráficos, linda trilha sonora, jogabilidade estupenda e uma pitada de sensualidade, Bayonetta com certeza vai te cativar!

Nunca brigue com uma mulher de salto alto!

"WITCH TIME!"

Apresentação - Simplesmente perfeita! Infelizmente, os tempos de loading no PS3 são inaceitáveis, problema esse que foi quase 100% sanado com o primeiro patch, mas que vale ser lembrado. (9.5)

Gráfico - Exclentes gráficos, mas que sofrem com uma ligeira queda na taxa de framerate em algumas lutas com chefes imensos na versão PS3. (9.0)

Som - A trilha sonora se encaixa perfeitamente e te empolga para seguir jogando. (10.0)

Jogabilidade - A jogabilidade é similar a de jogos já consagrados, como Devil May Cry, mas melhorada com a quantidade de armas e poderes. (9.5)

Replay - O jogo flui muito bem, mantendo o nível de desafio, que pode ser escolhido ao iniciar o jogo. Desafios extras viciantes e a quantidade de itens para destravar também te manterão jogando por bastante tempo. (9.5)

NOTA FINAL - Hideki Kamiya retorna em grande estilo, colocando sua genialidade à prova e nos entregando um dos melhores jogos da temporada! NOTA 9.5!

Faltam mais três, pessoal! Não percam as cenas do próximo capítulo! To be continued... =P

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