Hoje temos uma edição bem interessante!
A maior ironia é que o Fred mandou bem justamente quando ele não competiu.
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Eu finalmente joguei esse clássico, mas já foi logo na sua versão remake, e curti mais ainda porque toda a experiência foi feita em live. E ...
Hoje temos uma edição bem interessante!
A maior ironia é que o Fred mandou bem justamente quando ele não competiu.
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Esta é uma música que fala basicamente sobre tudo aquilo que acomete o ser humano a nível psicológico, mas que na época era facilmente considerado “frescura” pela sociedade. Mais uma canção extremamente atual que mostra o lado “a frente do seu tempo” da banda.
Outra música que junta estrofes curtas “desconexas” com um ritmo frenético, pra passar a ideia de como o ser humano costuma viver a vida, e como esse estilo cobra seu preço. E dentre essas estrofes tem bastante coisa relacionada à sexo, só pra você ficar ciente.
Temos agora uma música curta, acelerada e com letra bem simples, com uma proposta que antagoniza com a ideia da faixa anterior. Enquanto tem gente que vive a vida de maneira mais ativa, outros preferem passar o tempo no campo das ideias, refletindo e tentando entender os outros e o mundo à sua volta.
O começo dessa música parece estranho, mas logo você percebe o porquê. Aqui temos uma visão de mundo compartilhada por muitas pessoas: o fim justifica os meios. O que importa é chegar no objetivo, e dane-se o caminho até lá. Quem se importa?
Já aqui temos uma canção mais curta que retrata brevemente a linha de raciocínio de pessoas apáticas, que optam por ver suas vidas passarem e não fazem nada a respeito, apenas deixando-se levar. Como peixes na correnteza.
Essa é outra das minhas músicas favoritas. O comecinho engana bastante pela calmaria, mas logo você toma uma porrada. A letra faz um paralelo entre a busca incansável pela perfeição – e suas consequências, como a fama – e os animais empalhados – que estão mortos por dentro, mas têm sua beleza exposta e eternizada.
Para começo de conversa, essa é uma postagem feita por um grande fã, aos 33 anos, que considera os Titãs como sua banda brasileira preferida desde a infância, por influência do pai (que faz aniversário hoje!). Então aqui serão expostas opiniões e reflexões (ou “viagens”, como queiram) de alguém que consome praticamente todo o conteúdo do grupo há pelo menos duas décadas.
A ideia inicial desse dossiê era tentar destacar o quão incríveis são as letras das músicas do extenso repertório da banda, mostrando as diversas temáticas abordadas em cada uma das canções, além de algumas “curiosidades” e interpretações óbvias (ou nem tanto) contidas nas mesmas. Porém, acredito que essa abordagem não seria tão “inovadora”, já que boa parte das músicas em questão são de conhecimento amplo do público geral.
Foi então que surgiu a ideia de focar nas músicas menos conhecidas ou mais “obscuras”, a fim de lhes dar o reconhecimento que merecem, principalmente pelo público que não é “fã raiz” da banda, mas consome boa parte das músicas do seu repertório mainstream, e de quebra ainda aplicar a abordagem da ideia original de maneira secundária. Por que não?
Portanto, vale explicar que o plano aqui é publicar uma série de posts, criando blocos baseados na cronologia dos discos. Então arbitrariamente defini a linha do tempo da banda usando como “marco zero” a coletânea “Titãs 84-94” (Discos 1 e 2), pois sua concepção foi baseada em agrupar os maiores sucessos da banda até então (os primeiros 10 anos de carreira), e ao meu ver ele foi um divisor de águas, pois muita gente tomou conhecimento do grupo a partir desse projeto. Mas vale ressaltar que também farei duas postagens dedicadas a essa coletânea, pois ela também possui músicas que foram “esquecidas” posteriormente - e como elas pertencem aos álbuns que serão mencionados antes, vou deixar pra falar delas apenas nesses posts.
E dependendo de como as coisas renderem até lá, dou continuidade ao “projeto” com os discos lançados após essa coletânea, obviamente desconsiderando aqueles sem repertório novo. A ideia é fazer esse levantamento nos álbuns lançados até o final do século XX, pois a partir daí já se torna algo bem mais recente e acessível a todos.
Peço perdão por essa parte introdutória, mas precisava contextualizar vocês, pois a partir daqui os posts serão bem mais diretos, então acredito que ter essas informações de antemão seja útil. Bora lá?
Uma música curta com pegada leve e animada que esconde umas sacadas bem sérias e instigantes. Para quem ouve despretensiosamente ela passa uma vibe “fim de semana na piscina” ou “dando banho no filho pequeno”. Mas pra quem se liga na letra dá pra interpretar umas paradas bem "pesadas''...
E a coleção de vídeos só aumenta...
Ficou curioso pra entender o contexto do "PAAAU!"?
Segue lá no Insta que você consegue acompanhar os melhores cortes da live do Rossi!
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E dessa vez tem novidade! Testamos o modo novo. 😉
E aí, o que acharam desse modo "mistério"?
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Chegou a continuação daquele dia MALUNCO! 😅
Se alguém estiver assistindo esse vídeo no ônibus, comenta!
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E as lives não param de render! 😁
Fechando o ano com chave de ouro! Alguma coisa de boa tinha que ter, né?
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E foi neste dia que ajudei a criar mais um meme do canal!
Quase batendo a meta de 10 vídeos desse joojinho incrível!
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